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no souvenir

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Pequena reflexão sobre os livros

Não sei se o gosto pela leitura é algo que se ganha ou já se nasce com ele. É verdade que ao longo da nossa vida aprendemos a gostar de ler, mas há também quem aprenda a não gostar ou, simplesmente, a não ter interesse por abrir um livro.

 

Sempre gostei de livros. E com o passar do tempo fui gostando cada vez mais de ler. Da magia de um poema de Cecília Meireles aos mistérios de um mundo encantado de borboletas, até chegar aos clássicos e aos contemporâneos, os livros sempre me acompanharam. Poema, prosa ou crónica. Já li de tudo e em, certas fases da minha vida, fui preferindo um ou outro.

 

E o mais fantástico é que por muito que possa ser lido nunca vamos conseguir ler todos os livros do mundo, ou quase como dizia Sócrates (o filósofo), o sábio é aquele que sabe que não o é. Não tenho pressa em ler muitos livros, mas quando uma estória me conquista sou capaz de devorá-la em poucos dias.

 

Já li livros fáceis mas bons, livros fáceis mas maus. Já me apaixonei por frases ou passagens inteiras. Já me identifiquei com muitas personagens, odiei outras tantas. Já li livros difíceis em que foi preciso insistir para conseguir desembaraçar o novelo e seguir o fio. Mas insisti e valeu a pena.

 

Insisti porque, fáceis ou difíceis, aprendemos sempre com os livros.